Mostrar mensagens com a etiqueta Aida. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Aida. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Celeste Aida - Concerto di Capodanno/2009 La Fenice

Fonte: www.sommernachtskonzert.at

Continuando a apresentação dos vídeos disponíveis na Internet e que dizem respeito ao Concerto de Ano Novo (Concerto di Capodanno) do Teatro La Fenice em Veneza deste ano (1/Jan./2009) em que o maestro Georges Prêtre dirigiu o coro e orquestra do próprio teatro, vamos então assistir à interpretação da ária Celeste Aida, do início da 1ª cena do 1º Acto, da ópera Aida de Giuseppe Verdi (libretto), pelo tenor Massimiliano Pisapia. Espero que gostem.



Uma interpretação 5 estrelas tanto a nível instrumental como vocal. O Massimiliano Pisapia tem uma potência vocal simplesmente notável e nos fortes a sua voz é no mínimo peculiar (é daqueles artistas que se reconhecem de olhos fechados quando começa a cantar).
Quanto ao maestro não há nada que eu possa adiantar face ao que já disse em posts anteriores; Georges Prêtre adapta-se de forma magistral a todo o tipo de interpretações clássicas e faz soar cada peça que interpreta como se se tratasse de uma bela novidade.
-------------------------------------------------------------------------------------------------
Relembrando posts antigos do blog: Montserrat Caballé - Me Llaman La Primorosa
-------------------------------------------------------------------------------------------------

terça-feira, 15 de julho de 2008

Giuseppe Verdi 1813 - 2008 - Triumphal March



Relembrando novamente os 195 anos do nascimento do compositor Giuseppe Verdi e que se comemoram este ano, hoje vamos assistir à Marcha Triunfal, que faz parte da 2ª cena do 2º Acto da ópera Aida.
Esta interpretação faz parte de uma apresentação ao vivo de 2001 na cidade de Dresden e a direcção de orquestra esteve a cabo de Giuseppe Sinopoli (não existem dados sobre qual será a orquestra e o coro intervenientes).

Parte I:



Parte II:



Trata-se de uma apresentação de grande nível, dentro do melhor que já vi. O poder da orquestra e das vozes reproduzem impecavelmente a força desta cena quando todos os figurantes e cantores estão em palco a interpretar a mesma (esta é a cena maior da ópera, quer na força do visual como na majestade musical da mesma).
Esta foi uma das últimas apresentações ao vivo deste maestro antes de falecer prematuramente aos 54 anos, nesse mesmo ano (2001).

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Verdi - Aida - Placido Domingo & Agnes Baltsa




Voltando hoje à ópera e ao meu compositor favorito, Giuseppe Verdi, pretendo apresentar o Dueto de Amneris e Radamés do 4º acto da ópera Aida, soberbamente interpretado por Placido Domingo e a mezzo-soprano Agnes Baltsa em 2005. Esta apresentação é parte integrante da gala comemorativa do 50º aniversário da reabertura da Vienna State Opera após a 2ª Guerra Mundial (5/11/1955), com a Wiener Philharmoniker dirigida pelo maestro Daniele Gatti.



A força das duas interpretações e a qualidade do acompanhamento instrumental levaram à criação de um momento majestoso de arte vocal.

domingo, 28 de outubro de 2007

Danny Kaye - Verdi



Eu sempre gostei de música e de filmes do tempo dos meus avós e este blog é um meio de apresentar e dar a conhecer alguns músicos brilhantes que as areias do tempo estão a votar ao esquecimento. Eu aproveitei nos meus tempos de teenager para ver tudo o que eram filmes antigos que passavam na RTP e homenagens a artistas que começaram a trabalhar mais ou menos na altura em que começou a 2ª Guerra Mundial. Hoje, que já ninguém fala neles e dado que a maioria já faleceu eu acabei por ficar com um conjunto de memórias que acho realmente serem uma relíquia.

Danny Kaye, falecido há 20 anos (ver biografia aqui) foi um actor e músico exemplar; um comediante como, a meu ver, não voltou a aparecer nenhum no mundo do espectáculo. Foi também o único maestro que conseguiu introduzir o humor dentro de um concerto de música clássica e o vídeo que apresento a seguir é um excelente exemplo disso mesmo, ele dirige a Orquestra Filarmónica de Nova Iorque numa apresentação completamente sui generis da Marcha Triunfal da ópera Aida de Giuseppe Verdi.
A paródia a meu ver é total e no fim desta apresentação louca ele demonstra os seus dotes de maestro.