Neste ano completa-se a 30 de Maio 200 anos do falecimento do compositor austríaco Joseph Haydn e hoje convido-vos a celebrar o aniversário do compositor (nascido em 1732) com a interpretação integral da sua 97ª Sinfonia em Dó Maior pela New York Philharmonic, dirigida pelo maestro Leonard Bernstein (de acordo com as pesquisas feitas estou a supor que esta apresentação ao vivo é de 1975 e que ocorreu no Avery Fisher Hall). Espero que gostem.
1ª Parte:
2ª Parte:
3ª Parte:
Música de palácio, digna de reis, aqui soberbamente interpretada e dirigida pelo mestre Bernstein.
No próximo dia 25 de Agosto, vão-se celebrar 90 anos do nascimento de um dos maiores génios musicais norte americanos de sempre: o maestro, pianista, compositor e professor de renome, Leonard Bernstein. Gostava de voz apresentar hoje um vídeo com uma interpretação do 4º movimento da 5ª Sinfonia de Dmitri Shostakovich pela Orquestra Filarmónica de Nova Iorque, em 1979 (não existem dados acerca do local onde terá ocorrido este concerto).
Este movimento é poderoso, faz lembrar claramente as paradas comunistas dos tempos áureos da União Soviética e também as manifestações do culto de personalidade que especialmente o Estaline tão propagou no seu tempo. Uma direcção de orquestra com o selo irreverente do grande Bernstein (este homem associava à exigência e pureza técnica que punha no seu trabalho uma alegria enorme que era um reflexo do quanto ele amava a música) e uma interpretação arrebatadora, impecavelmente tocada, de uma peça musical única.
Voltando ao concerto dado pela New York Philharmonic Orchestra no passado dia 25 de Fevereiro em Pyongyang, hoje pretendo apresentar dois momentos musicais de primeira classe. No primeiro vídeo podemos assistir ao 4º movimento da 2ª Suite de L'Arlésienne - Farandole, de Georges Bizet e no segundo vídeo a orquestra toca sozinha a abertura da opereta Candide, composta pelo antigo maestro e Director Musical da Filarmónica de Nova Iorque, o grande Leonard Bernstein. Espero que gostem.
Excelentes interpretações, embora pessoalmente tenha preferido a Farandole, estava soberbamente interpretada (quem quiser relembrar a abertura desta opereta dirigida pelo Bernstein em 1989 clique aqui).
Resolvi quebrar as regras de postagem aqui no blog para dar realce ao fabuloso concerto dado pela New York Philharmonic Orchestra no passado dia 25 de Fevereiro em Pyongyang do qual ficaram registados interessantes momentos de união dos dois povos, tão separados pela política. O vídeo que se segue é a apresentação do clássico coreano, Arirang. Espero que gostem.
Trata-se de uma peça musical magistral, soberbamente dirigida pelo maestro Lorin Maazel, um excelente profissional que dirige orquestras há 70 anos e estreou-se com esta orquestra em 1942.
Eu sempre gostei de música e de filmes do tempo dos meus avós e este blog é um meio de apresentar e dar a conhecer alguns músicos brilhantes que as areias do tempo estão a votar ao esquecimento. Eu aproveitei nos meus tempos de teenager para ver tudo o que eram filmes antigos que passavam na RTP e homenagens a artistas que começaram a trabalhar mais ou menos na altura em que começou a 2ª Guerra Mundial. Hoje, que já ninguém fala neles e dado que a maioria já faleceu eu acabei por ficar com um conjunto de memórias que acho realmente serem uma relíquia.
Danny Kaye, falecido há 20 anos (ver biografia aqui) foi um actor e músico exemplar; um comediante como, a meu ver, não voltou a aparecer nenhum no mundo do espectáculo. Foi também o único maestro que conseguiu introduzir o humor dentro de um concerto de música clássica e o vídeo que apresento a seguir é um excelente exemplo disso mesmo, ele dirige a Orquestra Filarmónica de Nova Iorque numa apresentação completamente sui generis da Marcha Triunfal da ópera Aida de Giuseppe Verdi. A paródia a meu ver é total e no fim desta apresentação louca ele demonstra os seus dotes de maestro.